Hoje, a poesia cede espaço à esperança!
Excepcionalmente neste domingo, pedimos licença ao POEME-SE! para compartilhar uma reflexão que, embora não seja um poema, carrega um sentimento que também inspira a boa poesia: o desejo de um Brasil melhor para todos!
Em um dia tão importante para a democracia brasileira, compartilhamos com nossos leitores o texto “O grande vencedor das eleições tem de ser o Brasil!”, de Rafael Cervone, presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Em suas palavras, encontramos o desejo de muitos brasileiros — empresários, trabalhadores, estudantes e cidadãos de todas as regiões do País — que sonham com um Brasil mais desenvolvido, justo, seguro e próspero.
Um Brasil onde as diferenças políticas não sejam obstáculos ao diálogo, onde o trabalho abra caminhos para uma vida melhor e onde o compromisso com o bem comum esteja acima das disputas partidárias.
Independentemente de nossas escolhas nas urnas, há um sentimento que pode nos unir: o amor pelo Brasil e a esperança de ver nossa nação avançar, com oportunidades para todos e respeito às diferenças.
Afinal, as eleições escolhem nossos representantes, mas a construção do País que desejamos é uma responsabilidade que pertence a todos nós.
Convidamos você a ler esta reflexão e a pensar sobre uma mensagem que merece atravessar fronteiras políticas e ideológicas:
Que o grande vencedor seja, verdadeiramente, o Brasil!
“O segundo turno da eleição presidencial coloca diante dos brasileiros diferentes projetos de governo, pois democracia pressupõe escolhas e visões distintas sobre a gestão pública. Porém, há algo que precisa prevalecer: a conquista de um patamar mais elevado de desenvolvimento. O próximo presidente encontrará um país que não pode perder mais tempo discutindo apenas o que nos divide. Há fatores que não são partidários, mas sim questões de Estado.
Para promover mais inclusão social, para além dos programas de transferência de renda, carecemos de uma estratégia abrangendo os setores produtivos. Isso inclui buscar a redução dos custos trabalhistas sem renunciar à proteção social e dos direitos dos trabalhadores. A transição energética e a luta contra o aquecimento global são outros fatores essenciais.
Também é necessário que o Estado funcione melhor. A reforma administrativa deve ser retomada e buscar a eficiência dos serviços e melhor utilização dos recursos do erário. É indispensável, ainda, manter compromisso com o equilíbrio fiscal. Responsabilidade na gestão dos orçamentos é condição para viabilizar juros menores e ampliar o crédito para empresas e famílias.
Segurança jurídica é outra prioridade, assim como combate ao crime organizado. Uma prioridade é proporcionar mais proteção e oportunidades de ensino e trabalho aos jovens de baixa renda, para que se livrem das tentativas de recrutamento das quadrilhas. Na área tributária, temos o desafio de fazer a transição da reforma sobre o consumo com eficácia. Também é necessário assegurar isonomia de impostos entre as empresas nacionais e as estrangeiras.
É possível divergir sobre como enfrentar cada desafio, mas necessitamos de paz, com menos descontinuidade do que funciona, correção do que está errado e planejamento. Por isso, o presidente da República, governadores, parlamentares eleitos e todos os brasileiros têm a imensa responsabilidade de transformar o resultado das urnas em um projeto de País.”
Que as urnas expressem a vontade do povo, que a democracia fortaleça nossa união e que o amanhã nos encontre trabalhando juntos por um país melhor!
O Brasil é a nossa casa. Seu futuro é a nossa responsabilidade. E sua vitória deve ser a vitória de todos nós!

Fonte:
www.ciesp.com.br
Crédito das imagens:
(01) www.criativodahora.com.br
(02) www.magnific.com
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