Quando um lobo está perdendo uma luta contra outro lobo, em meio à fúria de uma disputa territorial ou pelo domínio da matilha, e entende que não tem mais chance de vencer, o lobo perdedor oferece, pacificamente, sua jugular ao oponente, como se dissesse: “Eu perdi, vamos acabar logo com isso”.
A oferta da jugular não é um pedido de clemência, mas sim um reconhecimento corajoso e definitivo: “Você ganhou, e eu aceito.”
A Força do Instinto Ancestral
A tensão atinge o auge. O lobo vitorioso tem o poder absoluto, o direito de eliminar o rival. No entanto, naquele momento, algo incrível acontece. O lobo vitorioso, inexplicavelmente, congela. Um freio invisível o impede de continuar.
Algum mecanismo primitivo, embutido no DNA ou além dele, é acionado no lobo vencedor e o lembra de que a espécie é mais importante que o prazer de eliminar o oponente.
Nenhum código moral humano, nenhuma regra externa o conduz. É o instinto puro, natural, preservando o equilíbrio da vida.
A Sabedoria da Natureza
Naquela cena silenciosa, não há covardes nem heróis. Há apenas sabedoria. Ambos se afastam — vivos, íntegros — e o ciclo da vida segue seu curso.
A natureza mais uma vez ensina, sem palavras, o valor do respeito à vida.
Fonte: www.visionloom.quora.com
Crédito da Imagem: www.visionloom.quora.com
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