Como já dizia Rubem Braga em sua coluna na antiga revista Manchete: “A poesia é necessária!”. Essa frase, que atravessa o tempo, continua atual e verdadeira. Afinal, a poesia não é apenas um adorno literário, mas uma necessidade vital para o ser humano.
É por meio dela que expressamos sentimentos profundos, refletimos sobre a vida e damos forma àquilo que a razão, sozinha, não consegue explicar.
A Nobre Arte da Poesia
A poesia é a arte de transformar palavras em emoção. Seja em versos simples ou em construções mais elaboradas, ela traduz a experiência humana em toda a sua complexidade: amor, dor, esperança, saudade, encantamento.
Ler ou escrever poesia é um ato de mergulho na alma, um exercício de sensibilidade e imaginação. É por isso que grandes civilizações sempre valorizaram os poetas — eles são guardiões da memória, intérpretes do presente e visionários do futuro.
Poemas: Vozes que Não se Apagam
Os poemas atravessam gerações. Quem lê hoje os versos de Camões, Fernando Pessoa, Cecília Meireles, Pablo Neruda ou Carlos Drummond de Andrade percebe que as emoções humanas continuam as mesmas, ainda que o tempo mude os cenários.
Um bom poema nunca envelhece; ele se renova a cada leitura, porque toca cada leitor de forma diferente.
Nasce o Espaço “POEME-SE!”
É pensando nessa importância que o Almanaque do Estudante abre um novo espaço: POEME-SE! Um lugar dedicado à poesia em todas as suas formas e inspirações.
Aqui, os estudantes terão contato com versos dos grandes mestres da literatura nacional e internacional, mas também daqueles pouco conhecidos, que não tiveram seus nomes escritos no grande panteão da poesia, mas que também contribuíram e contribuem para a beleza da poesia.
O objetivo é despertar no jovem leitor o gosto pela poesia, mostrar que ela não pertence apenas aos livros antigos ou às salas de aula, mas que está viva, pulsante, e pode acompanhar cada um em todos os momentos da vida.
Um Convite à Leitura e à Inspiração
Este espaço será uma oportunidade para mergulhar nas palavras que encantam, emocionam e fazem pensar. Mais do que uma uma nova seção/categoria do nosso site, será um convite: permita-se sentir, refletir e descobrir a beleza da linguagem poética. POEME-SE!!!
E para começarmos, escolhi não uma poesia, propriamente dita. Mas a letra de uma música!!
Sim! Uma música, cuja letra ao meu ver, é uma verdadeira poesia. E bem necessária para estes nossos dias, em que o mundo está mergulhado em guerras e conflitos e com a corrupção e o mal grassando em todo o nosso planeta.
Vamos à ela:

Sobre o autor:

Waldeck Artur de Macedo, conhecido como Gordurinha, nasceu em Salvador, Bahia, no dia 10 de agosto de 1922. Ele começou sua carreira musical aos 16 anos, tomando violão e se apresentando em um programa de calouros na Rádio Sociedade da Bahia.
O apelido “Gordurinha” foi dado por amigos de rádio devido à sua magreza. Gordurinha se destacou pelo seu humor e sarcasmo, que se espelharam em suas letras.
Ele gravou sua primeira composição em 1954 e, em 1955, lançou seu primeiro disco. Entre suas músicas mais famosas estão “Chiclete com Banana” e “Vendedor de Caranguejo”.
Gordurinha faleceu em 16 de janeiro de 1969, mas sua música continua a ser celebrada e regravada por novos artistas.
Veja biografia completa do autor em: https://dicionariompb.com.br/artista/gordurinha
Fonte:
www.pt.wikipedia.org
Crédito das Imagens:
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(03) www.dicionariompb.com.br

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